quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Diz que é bom para férias #2


Então como prometido, cá está a segunda parte das minhas férias!!

O destino: Vila Nova de Milfontes!

Vila Nova de Milfntes



Já não é a primeira nem a segunda vez que venho para estes lados, descobri este paraísozinho já lá vão uns três anos e esta foi a quarta vez que agarrei nos meus tarecos e rumei à costa vicentina.

Desta vez fui só com amigas, no ano passado fui com o meu irmão (primeira vez para ele).

Nos últimos anos que fui para Milfontes fiquei acampada no parque de campismo Campiférias, assim mesmo no meio da natureza, e claro, da bicheza.

Gostei muito deste parque de campismo, é pacato, fica a cerca de 10 minutos a pé da praia, ou seja, só peguei no carro para ir embora. Este parque fica de frente para o mercado, é só atravessar a estrada e temos pão, fruta, legumes e peixe frescos bastante em conta.

Mas este ano foi um pouco diferente. Fomos as quatro para uma casa no meio do monte, a quase 19kms da Vila (Lameiros, perto de S. Luís). Uma casa típica alentejana, recuperada, com piscina, com espaço para preguiçar ao sol, para “jantar fora” e com grelha no exterior. A diferença aqui é que sempre que quiséssemos sair para ir às compras maiores (sim, para as pequenas e para café tínhamos a mercearia e o café mesmo ao lado!) era necessário pegar no carro.

Lá fomos as quatro lindas e maravilhosas auto-estrada fora, cheias de malas e sacos e saquinhos, quem foi atrás (eu incluída) lá foi com algumas malitas em cima.. Isto de ficar uma semana fora, ainda que sendo verão e a roupa mais curta, tem muito que se lhe diga!!

Fomos por S. Torpes por isso a vista era maravilhosa!


S. Torpes


Chegámos à Vila, fomos fazer umas compras grandes, buscar a chave da casa e pusemo-nos a caminho do destino final (pelo meio, comi das melhores empadas de galinha, já nem me lembro onde foram compradas...). Instalámo-nos, estivemos a ver a casa, a apreciar a natureza... LINDO! Eu só pensava “era mesmo disto que eu estava a precisar para recarregar baterias!!” longe da confusão da cidade, da vila... não se ouvia barulho nenhum que fosse de origem humana, só mesmo das folhas das árvores, do zumbido da abelharia e da mosquitada, do mugir das vacas e dos seus badalos.

Claro que ao ir para o meio do campo uma pessoa fica sujeita a coisas que no dia-a-dia não se depara: bicheza de todo o tipo (sim, passando pelas aranhas gigantes castanhas peludas, aranhas chamadas cavalões, abelhas, vespas, zangões, toupeiras bebés dentro da piscina às 4h da manhã... até a javalis!)

Lameiros

Era uma casa bem simpática e confortável e está mesmo ao lado da Casa dos Anões, que não foge muito ao género de habitação de campo.

A casa onde ficámos


Na primeira noite jantámos  na vila no Restaurante Pátio Alentejano onde comi o melhor choco frito e onde bebi a melhor sangria de frutos vermelhos. Depois fomos ao Quebramar, um barzinho assim à beira-mar muito agradável. Bom para aproveitar um bocadinho a noite.

Bar Quebramar visto de dia


Continua...